Mostrando postagens com marcador PT para todos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador PT para todos. Mostrar todas as postagens

domingo, 2 de janeiro de 2011

Mulher que tomou posse não era Dilma, afirma especialista

Golpe de facção secreto-petista põe em cheque o real funcionamento da democracia brasileira

por Paulo Dias
Os primeiros indícios da suposta fraude surgiram com a divulgação de uma foto da posse de Dilma Rousseff na qual dois Michel Temer (s) abraçavam a presidenta. Após as imagens terem sido submetidas a um tratamento com ácido acético, a perícia (liderada pelo especialista em maquiagem André Jordano e por Ricardo Molina¹) concluiu que Dilma era na verdade o vice-presidente Michel Temer (PMDB), cuidadosamente disfarçado.Os resultados concluíram que os traços do ex-deputado federal estavam presentes em todos os integrantes da fotografia. A verdadeira identidade só foi revelada quando os peritos adicionaram chester com amônia nas amostras. Os outros dois Michel Temer (s) flagrados na foto eram, respectivamente, a cantora Alcione e o rapper Mano Brown. O presidente Lula era o cartunista Ziraldo camuflado.

Entretanto, a análise das fotos não conseguiu confirmar a hipótese de que a esposa de Lula, Marisa Letícia, era o cantor, escritor, dançarino, garanhão e compositor Chico Buarque maquiado.


O calendário Gospel já previa que a presidência seria assumida por Temer, provavelmente em função do pacto que a ala secreta do PT (liderada por Ziraldo) teria feito com o diabo.


O presidente Lula contou desconhecer quaisquer dos fatos anteriores, mas não negou um estranhamento para com os trajes da presidenta empossada: "Dilma não usava branco nem f*dend*. Quando moça, ela foi na Mãe Menininha², que alertou contra as m*rda que essa cor faz na gente", narrou.


O paradeiro de Dilma ainda é desconhecido. A ala oficial do PT (composta por baianos e paraenses) acredita que a presidenta foi extraditada para a Bulgária, onde fundará uma Maçonaria exclusiva para mulheres, um antigo sonho.


ESTE BLOG APOIA O CALENDÁRIO GOSPEL.


1: Aquele que confundiu uma nave espacial com fita-crepe.
2:
In-Lê-In-Lá Lá Lá Ê, In-Lê-In-lá, Oilá

domingo, 3 de outubro de 2010

Opinião

É LULA DE NOVO
Com a força da publicidade, candidatos são eleitos tal qual um achocolatado na prateleira
por Fábio Congiu
Não é arriscado apostar na vitória de Dilma Rousseff no dia 31 de outubro. É claro que o jogo pode virar, mas é inegável a dificuldade. Dizer que Lula manda e desmanda no país é exagero, teoria da conspiração (onde está a CPMF agora, conspiradores?); entretanto, o poder que ele alcançou à custa de imagens/publicidades é no mínimo intrigante. Afinal, seu apadrinhamento elevou em pouco menos de um ano sua candidata do “anonimato” à provável primeira presidente do Brasil.

Quem é Dilma Rousseff? Para alguns veículos da imprensa, uma terrorista; para outros, a candidata mais preparada. Para grande parte da população, uma aproveitadora; para outra grande parte, a mulher do Lula. Ao longo dessas eleições de 2010, muito se discutiu a respeito da ex-ministra-chefe da Casa Civil; todavia, pouco foi concluído. Concluiu-se apenas o fenômeno do popululismo, mistura moderna (cujos pés estão no passado) de marketing e carisma que tem o poder como alvo.

Pouco valeria pregar experiência administrativa, comentar seu empenho na luta contra a ditadura militar, ocultar “problemas” pessoais como divórcio e até mesmo passar por uma metamorfose caso Dilma não pudesse contar com o apoio de Lula aliado a um excepcional trabalho de marketing. E que trabalho! Se em abril de 2010 o Datafolha a apontava com algo em torno de 28% das intenções de voto contra 38% de seu principal oponente, José Serra, ela terminou o grande dia superando-o com 46,71% contra 32,69%.

Diante do horário eleitoreiro, há que se convir: a “mulher do Lula” parece mesmo a mais preparada para “seguir mudando” o país. O poder da publicidade de transformar (literalmente) uma figura desconhecida da população nessa administradora ideal é o mesmo que transformou um ex-metalúrgico no presidente mais popular de nossa História. De 2003 a 2009, mais de 7,7 bilhões de reais foram gastos em publicidade pelo governo Federal a fim de atribuir ao “cara” a conversão das terras tupiniquins num suposto país glorioso, emergente e igualitário.

É esse mesmo poder o responsável pela conversão de corruptos e palhaços em deputados federais, pagodeiros em vereadores (por pouco, em senadores), esposas inexperientes em candidatas ao governo, democracia em circo (dos horrores). Eleger representantes políticos no Brasil é como comprar chocolate em pó: na TV, o produto é chamativo e cativante; em casa, nota-se que tudo era meramente ilustrativo, mas, mesmo assim, ninguém reclama.

Durante a campanha, predominaram os candidatos-achocolatados. Enquanto os coligados de Dilma (inclusive ela) abraçaram a imagem de Lula, os de Serra (inclusive ele) abraçaram a imagem de... Lula. Assim, quase todos ficaram bonitinhos e felizes, mas ideias, debates, planos e soluções ficaram à deriva. Não há nisso, contudo, nenhum desmerecimento: se, neste país, política assumiu o status de comércio, vence quem vende melhor, e vende melhor quem explora imagens em vez de conteúdo (vide a sessão de best-sellers das livrarias ou os programas mais vistos na TV). Portanto, a ascensão de Dilma Rousseff como consequência indubitável da popularidade de Lula, e a ascensão desta, do marketing, confirmam o poder intrigante e perigoso do fenômeno do popululismo, que sentencia um novo slogan: “é Lula de novo com a força da publicidade”. Até quando?

Twitter Delicious Facebook Digg Stumbleupon Favorites More