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terça-feira, 28 de setembro de 2010

Marina lança nova linha de cosméticos após as eleições

Candidata é a única de seu partido que não estará desempregada depois de domingo

por Paulo Dias

Na próxima semana, Marina percorrerá todas as cidades brasileiras que visitou durante as eleições, porém com outro propósito. Recém-contratada como revendedora da Natura, a ex-ministra do Meio Ambiente ficará encarregada da comercialização e divulgação da nova linha de cosméticos que assina: Jaguatiekos, que traz uma série de invenções produzidas com matérias-primas encontradas na densa Amazônia, tais como:
  • Inhonhobinim: Sabonete líquido feito de banha de soja;
  • Quiquiôquo: Perfume masculino à base de óleo de vitória-régia;
  • Jojenhejuá: Colônia infantil de açaí e andiroba.

As alianças estabelecidas durante a candidatura de Marina lhe renderão bons frutos por um longo período. Enquanto Fernando Meirelles e James Cameron preparam (juntos) um filme baseado apenas na tortuosa infância da candidata, Marina está com a agenda lotada até o fim do ano. “Jamais ela viverá o ócio do osso do poço do moço que coça e estroça a roça que a moça vivia vazia”, musicou Arnaldo Antunes, marqueteiro da "moça" até segunda de manhã, quando será demitido.


Segundo o psicólogo e assistente social André Jordano, 90% da equipe que trabalhou para Marina durante as eleições estarão desempregadas daqui aproximadamente 200 horas. Jordano estima que os outros 10% sobreviverão de seringais e comércio legal de animais silvestres.


terça-feira, 27 de julho de 2010

Marina Silva priorizará matrimônio zoofílico


“Casamento gay é balela (...) quero ver é bicho com gente.”


por Paulo Dias


No entardecer desta última segunda-feira, a candidata à presidência pelo Partido Verde (PV) concedeu uma rápida entrevista ao The Jannah Wilson Blog’s. Marina Silva chegou à redação do blog montada em sua secretária, a jaguatirica Célia Menezes, com quem trabalha há 12 anos: “Célia é um doce de tucumã”, revelou Marina, enquanto distribuía seus santinhos feitos manualmente com papel reciclado recolhido dos entulhos. Vestindo uma longa saia de folha de babosa, e um casaco de buriti por cima de um top de açaí com strass de graviola (peças do tamanduá-estilista Jhonas Bittencourt), a candidata disse que, caso seja eleita, terá seus esforços voltados para a legalização da união civil entre homens e animais. “Casamento gay é balela, é coisa fácil, de gestão preguiçosa. A Europa tem disso. Nós não, nós somos Brasil, nós temos pacas, tatus e gansos. Eu quero ver é bicho com gente.”, declarou a ex-senadora (que também é ex-petista, ex-doméstica, e ex-vítima de malária) após tirar de sua bolsa (confeccionada com casca de copaíba e miolo de vitória-régia) um bolo de araçá-boi com pupunha (sem ovo e sem leite) e distribuir para nós, da redação. Marina ainda narrou um caso de sua adolescência, no qual se envolveu com um animal que conheceu saindo da aula de braile. “Quando tinha uns 15, 16 anos, me apaixonei por um tucano, que morava na minha rua. Minha família foi contra, eu não entendia o motivo e ainda desconheço. Certo dia fui vê-lo e ele havia sumido, voara para o além-floresta. Fiquei muito abatida, quase morri. Penso que se já houvesse a lei do casamento zoofílico eu certamente seria mais feliz, e não teria vindo me apaziguar no planalto”, confessou.


Marina e Célia na redação do Jannah Wilson (localizada na extinta 'Zero Hora')



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