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sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Corinthians pede Ronaldinho Gaúcho em troca de Cesare Battisti

Em tempos de Sebastianismo no futebol brasileiro, Ronaldinho Gaúcho vira motivo de guerra civil entre facções pseudo-organizadas de clubes do país.

Lucas Constantino
O novo presidente corinthiano, ex-presidente Lula, fez a oferta diretamente ao presidente do Milan, Sílvio Berlusconi. Segundo fontes secretas (@lulinhafutebol), em troca pelo ex-gremista, o ainda marido de Marisa Letícia sugeriu ao Primeiro Ministro da Itália: 12 mulheres cariocas de até 20 anos, 6 dançarinas de polly dance, 5 travestis do nordeste (40 anos), 16 coxinhas, 1 pão-de-queijo e mais Cesare Battisti¹.
Entretanto, o empresário do jogador ainda não respondeu nenhuma das ofertas. Estão na briga por Ronaldinho Gaúcho: Corinthians, Grêmio, Palmeiras, Flamengo, Avaí, Taiobeiras, Time-Sem-Camisa. Somente os três primeiros clubes ofereceram mais que dinheiro: o Grêmio incluiu, além do salário, festas, meninos e comida mexicana; Palmeiras ofereceu pizzas gratuitas por 20 anos e uma medalha de honra ao mérito da Segunda Guerra Mundial.

Por conta das ofertas desses dois clubes tangerem as três maiores preferências do jogador (sexo, honra e comida), criou-se grande expectativa pelo sucesso das negociações. Entretanto, “a jogada de mestre do ex-presidente Lula foi barganhar Cesare Battisti e colocar questões sociais, diplomáticas e educacionais no Futebol” declarou nosso comentarista em futebol, André Jordano².


¹: Cesare Battisti é condenado pelo governo italiano por crimes contra a vida e o patrimônio. Em 1954, foi pego nascendo numa manjedoura. Em 1963, flagrado ouvindo Piaf e beijando dois rapazes (ao mesmo tempo). Em 1974, urinou em praça pública. Em 1979, assassinou civis e riu do presidente da época. Em 2007, foi encontrado no Brasil pela Interpol num bar gay do subúrbio paulistano.
²: Graduado na Unifeg.

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segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Governo cria mais de 14 mil vagas de emprego em todo Brasil

por Lucas Constantino
Amanhã, 17, começa o um novo programa de entretenimento na TV e no Rádio, o Horário Eleitoral Gratuito. Essa foi uma das causas que alavancou a abertura de postos de empregos no gênero. Segundo dados do governo, foram abertas mais de 14 mil oportunidades (desde panfletários até marketeiros políticos).

Apesar do contratante não ser o governo, acredita-se que 83,5% das verbas disponíveis para os fins eleitoreiros saem dos cofres públicos. Usando-se dessa estatística, o Ministério do Trabalho resolveu assumir a autoria dos contratos empregatícios. Para André Jordano, especialista em empregos, isso não passa de mais uma estatística positiva de Lula.

O ministro, Carlos Lupi, explica: “O governo paga o político. Que por sua vez, enfia dinheiro nos partidos que contrata a galera. O governo só participa do primeiro passo”.

O exigido é a capacidade de simpatia, capaz de conquistar mais votos para seu empregador. Uma das dicas de André Jordano é possuir vasta família. “É um diferencial para os candidatos”, revelou Jordan’s.

Por exemplo, o Doutor em Publicidade e Marketing Político, recém chegado ao Brasil, David Trueman, disputou vaga com o analfabeto Abraão Felício Silva Nogueira Pinto. Sr. Abraão (foto), 57, conseguiu o trabalho e irá receber mais 3 cartões do Bolsa Família para chefiar a campanha de uma cidade de 2 mil habitantes.

A estimativa baseou-se nos primeiros meses de campanha. Acredita-se que o número só tem a subir, uma vez que o TSE recebeu 22333 pedidos de candidaturas. Os interessados devem mandar currículos com a sua respectiva árvore genealógica.


PS: Os cargos exigem notável mobilidade moral para seu exercício.

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